Use aquilo que você aprendeu!

Essa semana pensei muito sobre como estou lidando com a minha nova rotina, sobre como estou me encaixando, adaptação as coisas novas e como é importante fazer escolhas, se posicionar e colher os frutos daquilo que se semeia.

Posso dizer que estou muito feliz, mesmo que ainda me falte muito daquilo que gostaria, dos meus objetivos de uma forma geral, mas nesse momento já consigo ver as coisas começarem a tomar forma e não deixei de agradecer, como sempre faço quando sei que a vida está sendo generosa comigo.

Não procuro a calma que trás minha fé só quando estou com dificuldades, minha fé é grande demais, para apenas rezar e pedir, eu principalmente agradeço as coisas boas que tenho na minha vida e principalmente por aquilo que definitivamente APRENDO.

Quanto mais se aprende, mais serenidade se conquista, pois a cada situação bem compreendida e resolvida, melhor será nossa atitude diante de outra semelhante no futuro, no nosso ou quem sabe de alguém próximo que passará por aquilo que já passamos e conseguimos lidar bem.

Encerro com a frase que melhor define esse post e como vejo a razão de eu estar aqui e a luta para superar a mim mesma, minhas limitações, ignorância com a vontade de ser alguém melhor:

“Enriqueça seu espírito adquirindo conhecimento”

Agradeça sempre por aquilo de bom que a vida te deu 🙂

Segue

Carinho

Bruna

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Mudanças

Acumulou assunto!
Acumulou tanto assunto que terei de dividir em partes, o que andou acontecendo, o que tirei de conclusões e como tudo está neste momento.

Queria ter exercitado minha escrita ha mais tempo, contudo o momento não era propício. Não digo exercitar as idéias, pois elas são colocadas a prova toda a semana no divã. Toda a semana eu tenho o momento de “hora da verdade” onde confrontando a minha realidade e rotina, acabo por me confrontar da mesma forma.

Aqui eu sempre procuro trazer os assuntos desenvolvidos, para que estar aqui e ler o que escrevo seja um momento legal e não uma leitura pesada e arrastada ou um freak show de lamúrias.

Bom, tanta introdução era necessário, devido ao hiato entre este e o último post.

De novidades posso acrescentar sem dúvidas os primeiros passos rumo a profissão que abracei e a transição do dar-se conta da necessidade de começar a executar as coisas que percebi que estavam me fazendo falta ou que era tempo de eu começar a fazer, além das coisas que eu precisava começar a deixar de fazer. Não é confuso, nem redundante, é a realidade onde eu consegui mesmo que aos poucos sair um pouco da teoria sobre o que eu achava que era preciso para a minha vida e finalmente ver um pouco de prática.

Se você se encontra em um momento “não sei se vou ou se fico, não se fico ou se vou” aconselho caro amigo(a), não só pense! Pensar é essencial, mas tão vital quanto pensar é agir e um conselho de alguém que já encontra-se nesse status: Vale a pena! Uma vez que se inicia, improvável parar. Uma vez desfazendo-se daquilo que se percebe ter seu prazo na nossa vida expirado, dando espaço para o novo, as coisas fluem, as coisas se movem e para melhor, pois a vida é movimento e busca por evolução!

Pense com o mesmo carinho que escrevo este post a vocês!

🙂

Bruna

Feliz dia dos Namorados!

Não acredito que hoje seja especificamente “dia dos namorados”.

Acho que dia, mas dia mesmo dos namorados, é aquele onde os dois resolvem uma dificuldade, dão apoio um ao outro quando algo está difícil. Quando comemoram uma vitória, cuidam um do outro. E não é um dia entre 365 que vai valer mais que esses outros.

Mas não deixo de homenagear o meu por causa disso. Só quero que ele saiba que eu o amo mais e melhor a cada dia, a cada dificuldade e não vou amá-lo mais do que os outros dias, por convenção, por calendário, mas sim por conquistas e realizações de coisas boas que venham a se realizar nos nossos dias juntos que felizmente é o que tem acontecido desde que nos conhecemos! 🙂

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Dicas: How I met your mother (Série)

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Está série já está indo para a 8° temporada, mas faz poucas semanas que o Didi e eu começamos a assistir e estamos viciados!

Para começar o primeiro post com dicas, é bom adiantar: Sim, somos seriemaniacos, mas somos exigentes! Hehehe…

Se tratando de comédias assisto: “New Girl” que é mais para passar o tempo mesmo e “Happy Ends” que é bacana, mas as duas são séries bem fracas comparadas ao humor, agilidade, roteiro e os personagens de HIMYM.

Se tratando de comédia também acompanho “The Big Bang Theory”, mas avalio que mesmo sendo uma série sobre amigos, não faz parte da mesma categoria das já citadas.

Continuarei a assistir as duas primeiras, mas a favorita sem dúvidas é a estrelada por Ted que começa a série no ano de 2030 narrando aos filhos como ele conheceu a mãe deles, contudo, pelo que notamos ao longo dos episódios muuuuita coisa acontece antes desse “como conheci” chegar.

A série se passa em Nova York e além do Ted a série gira em torno dos seus 4 amigos: Marshall que divide o ap com o Ted, a Lily que é namorada do Marshall há anos, o Barney que é o amigo fanfarrão e a Robin que é o interesse amoroso do Ted, isso até não sei quando, pois o Didi e eu estamos na segunda temporada e muita coisa tem para acontecer nos anos seguintes.

Ps: Poderia, mas preferi não detalhar mais sobre os personagens, pois eu acho pretensioso e prefiro que cada um tire suas conclusões ou tenha a sua própria impressão 🙂

A série já contou com muitas participações especiais, entre elas: Katy Perry, Jennifer Morrison, Henrique Iglesias, Britney Spears, Laura Prepon, Rachel Bilson, Katie Holmes, entre outros.

Para quem estuda é uma boa pedida para as férias de inverno. Depois do trabalho ou nos finais de semana, chegar em casa e assistir é garantia de risadas, mas não risadas forçadas e sim gargalhadas daquelas que tu ainda ri sozinho dias depois, lembrando das tiradas e das piadas que assistiu.

Segue o trailer da primeira temporada para quem está a fim de conhecer mais:

Carinho;

Bruna

O Gol do Cadu

Esse final de semana foi uma graça! O Cadu aprendeu a dizer “Gol”, agora tudo é gol. A laranja é gol, o cofrinho do irmão dele é gol, até que o Diego e eu fomos a uma loja de brinquedos no shopping e achamos uma bolinha pequenininha da Galinha Pintadinha, o novo gol agradou mais do que imaginávamos e minha mãe disse que ontem a noite ele estava ainda brincando com o “Gol” e nada de querer dormir… Criança é apaixonante mesmo!

Carinho;

Bruna

Receitas: Quentão

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Nada melhor do que tomar um quentão em casa num final de semana ou feriado gelado (Corpus Christi chegando). Aqui no Rio Grande do Sul, o que a previsão do tempo tem informado, é que os próximos dias prometem, tem-se falado inclusive em neve para essas bandas de cá, então abaixo segue uma receita super simples de Quentão que eu já combinei com o broto de colocar em prática na próxima quinta-feira! n.n

Carinho;

Bruna

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O barato de ser Tia

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Esse é o Cadu, meu sobrinho caçula. Tenho no total 10! Fui tia pela primeira vez aos 6 anos, mas isso se deve a diferença de idade dos meus irmãos e eu.

O Cadu é o 5° filho da minha irmã Daniela, por parte de mãe. Na verdade todos os meus irmãos são ou por parte de pai ou de mãe, dos dois sou filha única.

A história da mãe do Cadu e as escolhas ruins que ela fez, são assuntos densos demais para eu falar simplesmente. Prefiro me focar nas coisas como estão agora e no dia a dia com ele e o Gabriel que é o mais velho. Os dois meninos vivem conosco, meus pais puderem ficar somente com eles e as meninas ficaram com ela. O amor que temos pelos 5 não difere, amamos a todos, cada um do jeitinho que é.

O Cadu passou por muita coisa, é um guerreiro! No primeiro ano de vida, ficou mais tempo internado do que em casa, pois nasceu com diversos problemas de saúde, foi um sofrimento ver o sofrimento dele, mas o cara saiu dessa! Ele está com exato um ano e dois meses e ensaia os primeiros passos, as primeiras palavras. Incrível como uma criança toca tanto o coração de uma pessoa.

Me emocionei com meus outros sobrinhos, mas é um emoção que não se desgasta, ela se renova a cada criança. Aprendemos muito com elas, principalmente como ser alguém melhor, já que seremos referência para elas.

Principalmente os meninos que não tem os pais como bons exemplos, cabe aos avós, aos tios e demais pessoas que fazem parte de suas vidas conseguir mostrar um pouco sobre o mundo com a esperança de que ambos sejam pessoas de bem, caras muito legais.

É um aprendizado. O Gabriel é mais meu irmão que sobrinho, ele está com dez anos e estou aprendendo com ele mais do que poderia imaginar, estou tentando construir uma relação melhor, pois não é fácil ser tia que educa, que ensina, diz não e ainda tem de ser legal.

Sou muito exigente e estou aprendendo a compreender mais, as dificuldades que ele enfrenta e as coisas que ele precisa superar. Esses últimos dias tem sido bem bacanas.

Um experimento que fiz recentemente foi estimula-lo a ser mais organizado e ter responsabilidade através da nossa combinação de ele tirar o pó e organizar meu quarto (não tem muita coisa), pois pouco fico em casa. Como recompensa eu darei a ele R$ 10,00 por mês. Ele topou na hora e já colocou a mão na massa, quer dizer no paninho e está se mostrando bem dedicado ao nosso trato. Não esperava que fosse dar tão certo e amanhã ele vai receber os primeiros R$ 10,00, e acho que estou mais feliz que ele por isso.

E o Cadu no momento está aprendo a função do telefone, já coloca o celular na orelha e ensaia uns “aô” 😀

Carinho

Bruna

Missão: Madrinha de Casamento

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Minha amiga Joana vai casar gente! O Rafa fez o pedido no último final de semana e fui convidada para ser uma das madrinhas de casamento. Estou muito feliz pelo convite, pois será um grande desafio! Temos tempo, mas temos também muita coisa para pesquisar até setembro de 2013. Tenho certeza que vai ser lindo, pois será organizado por uma equipe de amigos da Jô e tudo que é feito com carinho é mais especial, vamos aprender juntos do zero tudo o que é necessário para realizar um casamento e tenho certeza que vamos conseguir! #FORÇANOBUQUÊ

Hiato

Não existe nada mais chato para quem acompanha blogs do que longos hiatos. 

Mesmo estando no começo e sendo um blog ainda em construção, ainda se encontrando, se encaixando, chegando no seu tamanho, não difere muito de quem o escreve. Eu!

É tempo de voltar!

Nos próximos dias novos posts, idéias e compartilhamentos.

Carinho

Bruna

6 anos

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Sempre que eu olho para essa foto, mil coisas passam pela minha cabeça…

O que eu faria se tivesse a chance de voltar no tempo e o que diria para a Bruninha da foto completando seis anos?

Eu tenho plena consciência que qualquer alteração no nosso passado, transformaria muito o nosso momento atual, contudo o que eu diria para mim mesma, certamente não proporcionaria tão drástica mudança, creio que as palavras a serem usadas seriam muito mais de encorajamento do que alertas.

Alertas não mudam o que pode vir a acontecer, o que tiver de acontecer, irá acontecer a diferença está na tua preparação ao lidar com as situações que a vida trás.

Aprendi muita coisa por instinto, meus pais me educaram muito bem, fui uma criança muito amada, livre, alertada, mas hoje quase aos 26 anos, tenho como conclusão que o encorajamento me fez muita falta.

Não é possível determinar com exatidão quais itens são necessários para cada criança que amanhã se tornará um adulto, aquilo que ela precisará saber para crescer espiritualmente, moralmente mais evoluída.

Acredito que seja praticamente impossível, pois já nascemos com algumas habilidades e desenvolvemos no nosso ritmo a percepção de mundo e cada um tem a sua, nisso concordo que sejamos únicos, por isso é impossível um pai e uma mãe passarem 100% do que tu precisa saber sobre o mundo que te espera.

Foi ai que pensei sobre o que diria a mim mesma sobre o que me ajudaria saber para que eu aproveitasse melhor minhas experiências nos próximos 20 anos de caminhada até a data atual.

O que eu não pude compreender através dos ensinamentos dos meus pais e o que eu não conseguia interpretar sobre o que me acontecia, era o que eu falaria.

Falaria para eu ser mais curiosa, não que eu não fosse, mas que eu não perdesse a minha curiosidade sobre aquilo que eu não entendia bem, falaria para não aceitar simplesmente algo que não era claro na minha cabecinha e perguntar mais para meus pais e irmãos os “porquês” das coisas que eu via.

Teria sido importante para eu interpretar melhor as situações do dia a dia e principalmente interpretar melhor as pessoas. O momento de ouvir mais que falar e falar quando alguém precisaria ouvir. Não aceitar que eu não sei algo e ponto, mas ir atrás para descobrir como fazer.

Lembro que foi mais ou menos aos sete anos que o volley começou e terminou em menos de uma tarde na minha vida. Quando no bairro onde morava estavam dando aulas na quadra da praça que ficava em frente ao meu prédio e eu junto de uma coleguinha da escola, com a mesma idade e talvez do mesmo tamanho ou pouco menor que eu, quisemos participar. Lembro exatamente do exercício que a professora deu: Formamos fila indiana, várias meninas de várias idades tinham de ir em sequência andando em linha reta quicar a bola na cabeça e eu não conseguia fazer isso, a minha amiguinha conseguia. Lembro que ela tinha mais uma ou duas irmãs mais velhas que estavam no treino também e provavelmente ela já brincava com elas de jogar, então ela apesar do tamanho conseguia realizar o exercício, mas eu não. A professora simplesmente perguntou minha idade, respondi: 7 anos e ela: Tu não tem tamanho ainda para participar, fim. Minha amiga com o mesmo tamanho como disse antes e mesma idade, continuou o treino, eu virei as costa sem dizer nada e fui para casa sozinha, olhar o treino pela janela do meu quarto.

Sobre essa história o que eu eu diria a Bruninha de 6 anos?

“Bruninha, não é por você ser pequena que não possa aprender volley. Mesmo que nesse momento a professora tenha te dito isso, em breve tu poderá tentar novamente. Sim ela deixou a tua coleguinha com mesma idade e tamanho treinar, mas isso talvez tenha acontecido, por que ela apesar disso, já consegue realizar os exercícios que ela estava querendo que a turma toda fizesse. Tem muitas coisas bacanas que tu consegue fazer nesse momento, que tal fazer alguma delas agora? Tu faz desenhos tão bonitos! Faz um para eu ver.”

Talvez em outro momento a Bruninha com oito, nove anos ou até mais procurasse aprender volley novamente e através de treinos, desenvolvesse uma habilidade melhor, pois a Bruna de vinte anos depois, apesar de achar muito bacana o esporte, não consegue fazer boas jogadas, nem mesmo um saque. Pena!

Eu diria para a Bruninha palavras de encorajamento e explicaria melhor o motivo de cada frustração por ela não conseguir entender ou fazer algo, mostrando que muitas vezes não é na primeira tentativa que se chega onde se quer e que nisso é saudável ser teimosa.

Encorajaria ela a continuar com os hábitos que possuía e desenvolveu sozinha de acordar cedo, arrumar a cama e ir para a escola e incentivaria ela a também estudar mais, ler mais os livrinhos da biblioteca, pois ela começou super bem as séries iniciais e ao longo dos anos foi perdendo a disciplina que tinha e o gosto por aprender. Essa curiosidade sobre como fazer as continhas, como escrever certo as palavras, que infelizmente se perdeu fez a Bruninha se tornar uma aluna inexpressiva, diria até preguiçosa e que ia nas aulas, mas não tinha a mesma dedicação e organização naturais lá do começo. Pena também.

Só agora na faculdade que ela aos poucos está redescobrindo e restruturando a vontade que um dia existiu nela, sempre é tempo e a lição que fica nesse exemplo é essa 🙂

Queria que ela entendesse sobre não precisar ter medo de ficar sozinha também.

Diria: Bruninha, não fica com medo de ficar sozinha a noite, teus pais e o mano talvez não entendam como é difícil para ti, que no escuro os barulhos ficam constantes e que nem sempre tu sabe da onde eles vem. Sei que tu tem medo de fantasmas daqueles filmes que tu não deveria ver, mas eles não vão aparecer para te assustar, só está você em casa, ninguém pode entrar. Em cima de ti tem tua vizinha e amiga, em todo o prédio, se precisar de alguma coisa, eles vão te atender. Pode demorar, pois teus pais trabalham até tarde, mas eles chegam e tu não precisa esperar no sofá da sala por eles. Sim, tem tevê na sala e o barulho dela te deixa mais tranquila, mas amanhã tu tem aula e lugar de dormir é na cama e tu tem uma te esperando.

Em resumo seria essa a minha intenção, ajudar essa menina que ta crescendo a aceitar, mas sempre questionando e entendendo as coisas que viessem a acontecer com ela ao londo dos vinte anos seguintes, com mais leveza, com mais calma e paciência, principalmente sem desistir de algo por num primeiro momento estar difícil e sempre buscar fazer as coisas escolhidas com mais carinho, mais insistência mesmo que seja trabalhoso, pois no final o esforço sempre é recompensado. Também sempre priorizar o aprendizado e conhecimento, mesmo nas dificuldades que possam existir para poder obtê-los.

Para finalizar: A criatividade deve sempre ser exercitada!

E vocês o que diriam para seus “eus” quando crianças?

Carinho

Bruna