Ontem foi o início oficial do ano de 2012, grande novidade e que clichê. Mas quem disse que os clichês são mentirosos?

Ontem as aulas iniciaram e o primeiro professor a dar aula nos lembrou que esse terceiro semestre não será brincadeira, mas afinal o que esperávamos? Aula é aula e não é por ser o primeiro dia que seria diferente, contudo… Na prática foi assim sim, mas eu queria que ficasse só na teoria, porém levar um sacode fez bem para me situar.

Cinco cadeiras, igual a cinco aulas por semana, igual a todas as noites ocupadas e daí? E daí que é assim mesmo, que quem quer se formar, conseguir um bacharel em quatro anos, tem de seguir esse scrip, sem choro nem vela, até pode chorar, pode reclamar, até pode achar ruim, difícil, puxado, impossível, enlouquecedor (em alguns momentos), tanto faz!

Pode achar, pensar como bem entender, não faz diferença, pois é assim e ponto. Aí que entra o título do post que veio na minha cabeça quando uma colega disse que eu estava sendo muito pessimista, por conta de algumas mudanças e percebi que minha espectativa era que o apocalipse estava para acontecer nesse semestre, tudo culpa daquele “achismo” egocêntrico que me bate de tempos em tempos de achar que comigo é tudo mais complicado. Menos mal que ele dura uns 5 minutos, chamo-o de cinco minutos de bobeira, da e passa, volto a raciocinar e constato o obvio: Milhares passam por esse mesmo caminho, passaram e irão passar e se impossível fosse, não existiriam formandos, pessoas bem sucedidas e com a vida encaminhada depois de passarem pelas mesmas coisas e no fim das contas, somos só mais um no meio de tantos. Não somos especiais, somos pessoas caminhando rumo a algo melhor do que atualmente temos. Tudo acontece através do aprendizado diário que não se limita as quatro paredes da sala de aula, mas que incluiu no pacote tudo que escrevi até então e também o dormir tarde e acordar cedo, trabalhar o dia todo, a disposição de manter-se acordado durante as aulas, o estudar antes, durante e depois ou todo o tempo, honrar os compromissos assumidos (incluindo o nosso emprego), driblar o cansaço e tudo fica melhor quando o pensamento passa a ser outro…

Ser otimista, acreditar que é assim mesmo e que é cansativo, mas não tão impossível ou insuportável assim, pois faz parte. Um dia de cada vez, uma sensação por vez e não tudo ao mesmo tempo, junto e misturado… Calma buddy, se agora estou aqui, não preciso sofrer pelo que está la, nem pelo que foi acolá, quando estiver la, pensarei la la ra e quando tiver de retomar o que aconteceu no acola, acola la ra ra e um sorriso.

Faça o que tiver de ser feito (estudo, trabalho, relações diversas) com carinho, com boa vontade ou se for tão difícil assim de fazê-lo, então faça pelo menos com otimismo, ele é o que salva e deixe para pensar quando o pensamento for para resolver e não para preciptar.

 

Carinho Bruna

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