Depois da primeira semana “oficial” de 2012 (pelo menos para mim) foi possível fazer um levantamento do que tenho de fazer ao longo desse semestre.

Como tive experiências no ano anterior da falta que faz estruturar o que se tem de fazer, esse ano resolvi pesquisar a forma mais “confortável” de executar todas essas atividades.

Não existe fórmula, o diferencial no caso de quem não consegue realizar tudo é o interesse da pessoa e a importância que ela dá ao que precisa fazer no seu dia a dia.

Posso dizer que ano passado não tive tempo de pensar muito, não. Fui selecionada para meia bolsa, e iniciei o curso que já tinha começado uma semana antes. Ok, não reprovei. Sobrevivi ao primeiro semestre, mas poderia ter sido bem menos estressante e no segundo a pressão aumentou e foi um caos. Por tudo o que aconteceu no segundo semestre que me obriguei a tomar as rédeas da minha rotina e levar ela no cabresto, tudo na ponta do lápis ou na agenda do Google:

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Através de leituras de alguns blogs bem interessantes sobre o tema, adotei a sugestão de um deles e resolvi experimentar essa agenda, até por que eu tenho agenda “física” e não consigo ter a disciplina de escrever tudo la, todos os dias. Pelo computador tudo é mais dinâmico, por isso gostei dessa opção que casou com a minha inquietação de ajustar, editar até ficar visualmente bacana aos meus olhos.

É tudo muito recente, ainda não posso compartilhar os resultados obtidos, pois iniciei tudo o que estou dizendo ontem somente. Em breve postarei as primeiras impressões ou a diferença que notei, o antes e depois disso tudo.

O objetivo principal desse post é compartilhar o que passei com quem viveu a mesma situação ou se identificou, a fim de evitar alguns percalços reconhecendo que através de uma boa base a rotina possa ser menos cansativa física e mentalmente.

Penso que no meu caso, faltou a dimensão do que eu tinha de fazer fora do horário de aula, dentro do expediente na empresa e nos finais de semana. O tempo que eu tinha, não dividia e classificava. Acabou que não priorizei o que tinha de priorizar ao longo dos dias letivos e acumulou matéria, faltou rever conteúdos e junto a isso no final do ano a demanda na empresa aumentou e a exigência em relação as minha atividades no trabalho também.

Surtei (com direito a gastrite no dia do exame final de financeira), no final comecei a acordar mais cedo para estudar para as últimas provas e mesmo assim fiquei em dois exames e reprovei uma cadeira. Foi horrível e me senti muito mal, por ter perdido meses de aula, de estudo, tempo, pois reprovar é isso. Uma perda de tempo totalmente desnecessária!

Não querendo reviver isso, pois eu não sou daquelas que tem de tomar na cabeça duas, três, quatro vezes… mais uma vez optei por reinventar.

Uma vez só basta, eu apanho, me recupero, penso e faço algo a respeito para não acontecer de novo. Já basta os dessabores que não podemos prever para nos tirar a paciência, então cá entre nós: Repetecos amargos não da para querer, né?! 😉

Carinho Bruna

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